Quinze executivos do setor público e privado de Cingapura participam em um programa de investimentos para o processo de internacionalização das economias latino-americanas
São Paulo, 15 de julho de 2008 – Os mercados latino-americanos interessam cada vez mais à Ásia. Sua força em matérias-primas, seus mercados internos emergentes e a estabilidade macroeconômica, além de seus processos de abertura comercial ao exterior tanto regional como globalmente, estão despertando o interesse dos empresários asiáticos na região.
Com esta realidade como cenário e dentro da Aliança de Escolas de Negócios Íbero Americanas Sumaq, o IE Business School e a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo organizaram para o International Enterprise Singapur, órgão de promoção econômica do país asiático, o curso “Executive Management Program on Latin America”.
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Este curso de formação executiva, desenvolvidas a pedido do órgão público de Cingapura, contou com a participação de 15 altos diretores de empresas públicas e privadas asiáticas. Durante 5 dias os executivos realizaram uma imersão na realidade econômica da região que, em conjunto, apresenta um PIB de 3 trilhões de dólares, com o dobro da população dos Estados Unidos, o que se consideraria a terceira economia do mundo.
“As relações entre a Ásia e a América Latina estão crescendo devido ao surgimento, em ambas as regiões, de uma classe média cada vez maior e mais sólida. As oportunidades para ambas as regiões e para os atores europeus que saibam aproveitar este novo fluxo comercial e econômico são muito importantes.” Afirma Antonio Montes, diretor geral da Aliança Sumaq de Escolas de Negócios.
O curso combinou palestras e conferências com foco especial nas economias do México e do Brasil, com visitas a empresas como Embraer e Natura e o contato e atividades de networking entre os empresários do Brasil e Cingapura. Entre os professores que participaram do evento está Gonzalo Garland, diretor de Relações Externas do IE Business School e professor de economia.
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“A crise está afetando muito menos em termos de PIB, consumo e empréstimos às economias asiáticas e íbero-americanas que as européias e norte-americanas, portanto, estar presente nestes fluxos emergentes de comércio será vital para o futuro de qualquer corporação e empresa” apontou Garland.

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