Camilo Lima, ex-aluno de MBA, refaz os caminhos de adaptação em Madri
Já no bate-papo dá para perceber. O brasileiro Camilo Lima é bem humorado, aberto e conta sua história com generosidade a quem planeja fazer um MBA no Instituto de Empresa de Madri. Camilo pontua sua conversa conosco dando pistas de como melhor aproveitar o curso e a estadia em Madri. Atento a detalhes práticos, não deixa de falar das paisagens que mais o inspiraram na cidade, da busca por serviços de comunicação e, claro, das baladas. Aí vai um resumo de nosso bate-bola.
Primeira impressão sobre Madri: “A melhor possível. Tempo aberto e clima agradável. Logo descobri facilidade para adquirir telefone, andar pela cidade e me comunicar com as pessoas”.
A chegada: “Foi tranquilo. A busca por apartamentos também. A cidade dispõe de bons serviços online de classificados e os madrileños (madrilenhos) têm o hábito de compartilhar habitação”.
Primeira moradia: “Surgiu quando encontrei colegas do IE. Dividi meu piso com um chileno que já havia encontrado um apê e queria mais um colega. Recomendo frequentar a escola desde o começo do ano letivo, mesmo sem aulas. Não cheguei a fazer isso, mas sei que quem o fez se deu bem. Logo de cara teria feito amigos e talvez minha busca por apartamentos fosse mais breve. Como fiquei procurando apê por muitos dias, me instalei em um albergue e ali fiquei por um mês. O o espaço era muito confortável, mas o não ideal para os primeiros dias de aula. Também perdi dias lindos que poderia aproveitar melhor a cidade que ela é demais. Há parques, museus, áreas boêmias e etc…
Passeios preferidos: “Ia muito ao parque do Retiro (gostava de correr ou pedalar, ou só ler um estudo de caso debaixo de uma árvore). Nem sempre era muito produtivo, é verdade, mas relaxava e dava para recompor energias. Alguns amigos gostavam mais da La Latina (uma espécie de Vila Madalena, bairro de São, ou Lapa, do Rio). Outros curtiam a noite, balada forte…” Havia opções para todos os gostos e todas muito boas. Eu transitava por todos. Além disso, fazia jantares, happy hours e sessões de filmes em casa para network com grupos menores, já que no começo todos vão para o “bar of the week” – uma balada por semana com desconto para o aluno IE. É bom para ver os rostos e quebrar o gelo mas não dá para conhecer ninguém ali, mais pra frente isso também serve para desestressar.”
O jeito brasileiro de ser: “Nesses eventos, fica claro como o IE é diverso em vários sentidos, tem gente do mundo todo, que trabalhou com todo tipo de atividade e com características pessoais muito próprias, mas tendo a dizer em linhas gerais que o aluno do IE tende a ser gente boa…Easy going, sem ser folgado ou relaxado…isso é muito importante em um curso tão intenso como o MBA. A colaboração entre alunos era grande e contrastava com histórias de competição ferozes vindas de outras escolas – principalmente as Top Five Americanas.
Networking: “Não posso reclamar, no primeiro dia de aula, conheci um israelense cujo pai tinha negócios no Brasil na mesma área que eu. Então, estava me aventurando. Todos os Brasileiros que lá estavam hoje são meus amigos. O chileno que dividiu apartamento comigo vive hoje aqui em São Paulo. Temos atividades profissionais que se cruzam. Estou prospectando fornecedores para um espanhol e uma inglesa me indicou para uma vaga que ficou sabendo e achou “a minha cara” e um Belga está dando dicas de Dubai pra minha prima. Estes são alguns exemplos, mas a lista não termina para quem, como eu, fui disposto a ampliar seu mundo.”
Em tempo: de volta ao Brasil, Camilo Lima está prospectando e preparando muitas novidades em sua carreira. Logo a gente volta para contar!

2 thoughts on “Um jeito Easy Going

  1. Joaoa

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