Semana passada estive numa feira de educação muito interessante chamada Expo Estude no Exterior. Foi a primeira vez que participamos de uma feira deste tipo com o IE aqui no Brasil. Com a inauguração da Universidade IE estamos fazendo uma ampla campanha mundial de alianças estratégicas e incursões em eventos que antes não participávamos, para testar novos perfis de público pelo mundo para cursos tão diferentes do mundo empresarial como podem ser os cursos de Psicologia, Comunicação, História da Arte, Arqueologia, Engenharia e Relações Internacionais.
Invariavelmente as pessoas me perguntam sobre os processos de admissão, preocupadas com a rigorosidade do mesmo. No caso do IE, o processo de admissão é muito parecido para qualquer programa Master, seja da IE School of Communication, seja da IE Law School, o que vai variar é o peso de cada ponto a ser analisado no candidato.
Não posso obviamente dar dicas sobre o processo de admissão já que, mesmo estando no Brasil, ajudo a coordená-lo, mas sim posso dizer que o ponto mais importante que um candidato deve demonstrar é a coerência entre tudo que ele ou ela já fez academicamente, profissionalmente e no âmbito pessoal, onde pretende chegar e como o curso do IE pode ajudar neste projeto de vida.
São mais de 20 pontos analisados até o final do processo de admissão e eu sempre falo que o objetivo do processo do IE não é ser duro com os candidatos para ver quem agüenta até o final, é sim permitir que a escola monte uma turma especial, diversa, competitiva e colaborativa, onde todos possam aprender muito com as experiências uns dos outros. É neste sentido amplo que o perfil de um candidato é analisado, seja para o MBA, seja para um Master in Finance ou Master in Laws (LLM), por exemplo. No meu ponto de vista, uma das mágicas que estas escolas top 10 ou top 20 têm é justamente a liberdade/possibilidade de montar suas turmas e seus quadros de professores. Lembre-se que elas têm filas de alunos e professores querendo entrar lá. Assim, cada uma se diferencia justamente pela mescla de alunos e professores que elas decidem juntar. Arrisco-me a dizer que isso é privilégio para pouquíssimas instituições no mundo, pois a grande maioria das escolas precisa “caçar” alunos, nem sempre com o perfil que lhes apeteceria.
Viva a diversidade!

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