Archivo de la Categoría ‘Brasil’

4
abr

HSM lança ManagemenTV na Argentina

Escrito el 4 abril 2007 por João Villas en Brasil

Esta notícia acaba de chegar do escritório do IE na Argentina. Achei muito interessante pois a HSM planeja, assim que possível, lançar este canal no Brasil.
A partir de este mes de abril, ManagemenTV, el primer canal de management del mundo, se incorpora a la oferta digital de Cablevisión/Multicanal para el mercado de la televisión por cable en la Argentina. Durante las 24 horas, su programación recorre los temas presentes a diario en la vida de los que hacen o quieren hacer negocios -Mercados & Clientes, Futuro & Tendencias, Publicidad & Marketing, Marcas, Industrias-; la historia de éxitos y fracasos -Líderes, Entrepreneurs, PyMes, Empresas, Deporte & Management-; y muestra de primera mano, en sus talk shows y reality shows, las experiencias, los desafíos y los secretos de quienes logran llegar a donde quieren.
Listas para que cada uno arme su propia aventura, en las secciones de ManagemenTV hay opciones de “killer management” hasta ideas para el “after office”. “Entretenimiento inteligente, universalidad en sus contenidos y accesibilidad absoluta fueron los principios que guiaron la rigurosa selección de programas que incluye la grilla de ManagemenTV – además de requisitos insoslayables como excelente producción, inmejorable estilo, un toque de irreverencia, y la más absoluta seriedad”, señaló Tristán Barreiro, gerente general de ManagemenTV, quien agregó que el canal estará presente en toda Latinoamérica, con una señal en español y otra en portugués.
HSM aplicó todo el know-how adquirido y el feedback de su comunidad global de clientes para hacer de ManagemenTV una propuesta netamente diferenciada, que muestra que el mundo del management no es tan estrecho como el imaginario colectivo lo dibuja. Más información en www.managementv.com.

1
abr

Vista do nosso escritório

Escrito el 1 abril 2007 por João Villas en Brasil

Esta é a vista que se vê do escritório do IE no último andar do edifício “5ª Avenida” no número 726 da Av. Paulista em São Paulo. Vocês sabem, né? A Câmera estava aqui na mesa, o sol estava se pondo, o trânsito começou a emperrar… Enfin, final de tarde nesta cidade monstruosa. Me bateu a maior vontade de registrar o momento.

28
mar

IE ganha “Thunderbird Sustainable Innovation Challenge”

Escrito el 28 marzo 2007 por João Villas en Brasil

Replico aqui uma nota que recebi hoje de Madri.
Alumnos del MBA Internacional del IE fueron los ganadores de la competición anual organizada por Thunderbird (EE.UU.) para promover la búsqueda de soluciones innovadoras a los problemas reales del mundo de los negocios, desde un enfoque sostenible.
El equipo del IE, integrado por los alumnos alemanes Philipp Pausder y Tobias Schirmer, el macedonio Blagoja Hamamdziev y el mexicano Guillermo Ortega, ha competido en el certamen contra 85 equipos de 45 universidades de EE.UU., Europa y Asia. El IE Business School (Instituto de Empresa) es la única escuela de negocios de fuera de EE.UU. que ha llegado a la final de la competición.
Este galardón internacional no es el primero que reciben alumnos MBA del Instituto de Empresa. Entre otras distinciones, en 2004, un equipo de estudiantes MBA recibió el primer premio en el certamen ‘Innovation Challenge’ organizado también por la norteamericana Thunderbird. Y el año pasado, otro grupo de alumnos MBA ganó la competición ‘Cerebration 2006’, organizada por NUS – National University of Singapore con el objetivo de promover la internacionalización de empresas de Singapur.
El MBA Internacional del IE cuenta este año con alumnos procedentes de 57 países, una cifra que sitúa al MBA del IE ente los más diversos del mundo. Entre los países representados figuran China, Egipto, Corea, Singapur, Estados Unidos, Israel, Liechstenstein, Macedonia, Nepal o República de Sierra Leona. El MBA del IE cuenta, además, con más de un 40% de profesores extranjeros, que imparten casos reales de empresas multinacionales y contribuyen a reforzar la atmósfera internacional del MBA.

23
mar

Espécie em extinção

Escrito el 23 marzo 2007 por João Villas en Brasil

Reproduzo aqui artigo muito interessante publicado pelo Prof. Thomaz Wood Jr. da FGV-SP na Carta Capital.
Segue o link da revista:
http://cartacapital.com.br/edicoes/2007/marco/434/especie-em-extincao
Espécie em extinção
Na vida privada, como na vida corporativa, os adultos estão desaparecendo. No mundo da onipresente auto-ajuda, homens e mulheres foram condenados à infância perpétua
Thomaz Wood Jr.
Empresa de reputação bem razoável, em fase de expansão, com proposta decente de trabalho, busca desesperadamente profissional que tome decisões com um mínimo de análise e bom senso; que não reclame todos os dias dos problemas da empresa; que não fique observando imóvel os negócios afundarem sem fazer nada a respeito; que saiba controlar o próprio ego e ouvir seus colegas; que tenha algum conhecimento das coisas do mundo e não restrinja suas leituras a livros de auto-ajuda, Caras e Veja; que não leve Steven Covey e Jim Collins a sério; que entenda suas responsabilidades (e não fuja delas); que saiba separar assuntos importantes de minúcias e irrelevâncias; que não passe a maior parte do tempo em reuniões ou montando conchavos políticos; que saiba controlar seu tempo e definir prioridades; que não reaja histérico a dificuldades, e, principalmente, que não fique sentado esperando o chefe dar ordens. Em suma, busca-se… um adulto.
Que este escriba saiba, nenhuma empresa iniciou um processo seletivo nesses termos. Porém, o conteúdo expressa com razoável veracidade o que muitas organizações estão procurando e não encontram. Conclusão: faltam adultos no mercado de trabalho. Naturalmente, o fenômeno não se restringe ao mundinho corporativo. Notem, prezados leitores, a quantidade de homens e mulheres de meia-idade, vestidos como adolescentes, comportando-se como adolescentes, falando como adolescentes e pensando como adolescentes. Aliás, adolescentes mal informados e mal-educados.
Explicações para o fenômeno? Michael Bywater, autor de Big Babie – : Or: Why Can’t We Just Grow Up? (Granta Books, 2006), tem uma. Pode não ter profundidade sociológica, antropológica ou psicológica. Também não é fundamentalmente nova, mas com certeza é provocativa e divertida. Para o autor, nós todos somos vítimas de uma conspiração. Isso mesmo, uma megaconspiração mundial que visa a nos infantilizar, nos manter como bebês crescidos. O foco é a conformação de nossos comportamentos, preferências, opiniões, pensamentos, hábitos, filosofias e sensibilidade política. Estamos sendo adestrados sobre que estilo de vida adotar, do que gostar e como agir.

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11
mar

O tal método do caso (case method)

Escrito el 11 marzo 2007 por João Villas en Brasil

O método pedagógico do caso (“case method”) tem sido cada vez mais utilizado por universidades e cursos de pós-graduação brasileiros. Muitas pessoas já tiveram a oportunidade de trabalhar com casos reais escritos em grandes escolas de negócios. A Escola de Negócios que mais escreve casos no mundo é a Harvard Business School. Estes casos são comprados por escolas do mundo inteiro, sempre com o intuito de promover a discussão em torno dos problemas levantados no caso, de forma que a turma aprenda com aquela experiência real.
Entretanto, como ex-aluno de MBA de uma destas “grandes escolas internacionais”, tenho visto que o uso do “método do caso” no Brasil tem sido mal feito (para “variar”, pegamos idéias lá de fora e damos um “jeitinho” para usar aqui).
Mas devemos entender primeiramente para que serve um caso. O caso não serve somente para promover a discussão sobre um problema real que ocorreu com uma empresa numa determinada época. Os casos servem para moldar uma maneira prática e lógica de resolver problemas do cotidiano. No fundo, a metodologia e a grande exposição aos problemas dos casos – no IE são mais de 500 casos analisados ao longo do ano nos cursos – fazem com que nossa mente se acostume a pensar de uma maneira diferente na solução de problemas empresariais. Quem vai pra lá com a mente mais aberta pode até mesmo utilizar a metodologia do caso depois para solucionar problemas pessoais.
Numa escola como o IE e outras “Top Business Schools” mundiais você primeiro aprende a como se deve trabalhar com a metodologia do caso. A primeira semana do curso é quase um “mini-curso” de como funciona a metodologia. Que informações posso pegar de fora do caso? Posso procurar alguém da empresa pra saber o que aconteceu na vida real? Posso deduzir que algumas coisas sejam verdade, mesmo sem ter certeza? Tudo isso é discutido nos primeiros dias de aula.
O uso de 5, 10 ou até 20 casos numa determinada matéria de faculdade ou pós-graduação não gera o aprendizado esperado daquela experiência. É necessário resolver CENTENAS de casos reais para se aprender com o método, pois o método realmente ensina, com o tempo, um comportamento de solução de problemas e tomadas de decisões reais.
Também se faz EXTREMAMENTE importante que a dinâmica da solução do caso seja respeitada. Um caso SEMPRE deve ser resolvido em três etapas: preparação individual, discussão e consenso em grupo e discussão em sala de aula. No Brasil, em geral, o professor passa o caso para os alunos, eles se preparam individualmente e depois discutem as possíveis soluções em sala de aula. Ora, se é justamente no segundo passo (discussão em grupo) onde mais se aprende! Porque pular esta fase?
Concluo afirmando que sim existe uma série de motivos pelos quais os cursos de excelência no exterior são caros e respeitados e um dos motivos é o uso correto e responsável do “case method” (método do caso).

7
mar

The Economist – Feira Virtual

Escrito el 7 marzo 2007 por João Villas en Brasil

Caros amigos,
Esta mensagem é só para informar que no dia 30 de Março o IE estará participando ao vivo, num stand virtual da feira Economist.com, fazendo uma apresentação sobre todos os seus cursos. Para participar da feira pela internet, basta acessar o link abaixo e se inscrever:
http://mba.unisfair.com/index.jsp?id=222&eid=147

5
mar

Alianza Sumaq tiene nuevo presidente

Escrito el 5 marzo 2007 por João Villas en Brasil

El rector de FGV-Eaesp, Fernando Meirelles, fue elegido nuevo presidente de la Alianza Sumaq y María Lorena Gutiérrez, decana de la Universidad de los Andes (Colombia), vicepresidenta de la Alianza. El acto se realizó en la sede de la Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (Brasil), una de las escuelas socias de Sumaq. Este encuentro ha reunido a los 8 decanos de las escuelas socias para debatir las tendencias y retos internacionales de Executive Education así como la estrategia de futuro de la Alianza Sumaq.
La Alianza Sumaq supone una extraordinaria concentración de capital humano e intelectual y otra serie de recursos, que generan importantes sinergias en el desarrollo de actividades de formación ejecutiva. Estas sinergias posibilitan el desarrollo de actividades y proyectos de impacto global como la creación de comunidades de conocimiento transnacionales, potentes bases de materiales docentes e iniciativas de formación y de investigación conjunta.
Esta reunión se produce a tan sólo 2 meses antes de la realización del Sumaq Summit 2007, que este año tendrá como sede Madrid (España), tras celebrarse las tres ediciones anteriores en Atlanta (EUA). En esta ocasión este encuentro estará dedicado a la gestión de la logística y de las infraestructuras a nivel global. Se trata de un encuentro dirigido al mundo empresarial e institucional de Europa, América Latina y EUA, que en esta edición ve ampliado su ámbito con participación de representantes de China y Singapur. A lo largo de estos años, el Sumaq Summit se ha convertido en un referente en el ámbito de los encuentros empresariales internacionales, generando múltiples oportunidades de negocio para los asistentes, un intercambio de experiencias y conocimientos en gestión empresarial y la realización de contactos del más alto nivel con representantes de múltiples sectores e industrias.
La Alianza Sumaq constituye una alianza estratégica orientada a la educación para directivos, con el objetivo de dar respuesta a las necesidades de las compañías globales, que cada vez más demandan programas de formación trans-nacionales, que armonicen sus estrategias y les mantenga al día en las últimas herramientas de gestión.
Los socios de Sumaq son: Fundação Getúlio Vargas- EAESP, Instituto Tecnológico de Monterrey – EGADE (México), el INCAE de Costa Rica, la Pontificia Universidad Católica de Chile, la Universidad de San Andrés de Argentina, el IESA de Venezuela y la Universidad de Los Andes de Colombia y el IE Business School en Madrid (España).

8
feb

Economia & Carreiras

Escrito el 8 febrero 2007 por João Villas en Brasil

Caros amigos e ex-alunos,
Gostaria de anunciar que a partir desta semana contaremos com o apoio da jornalista Terciane Alves para escrever artigos, novidades e reportagens sobre carreiras no Brasil. Esta seção se chamará “Economia & Carreiras” e será inaugurada inicialmente como uma seção do Blog do IE no Brasil.
Terciane é jornalista, paulistana, 34 anos e 15 anos como jornalista. Atuou em grupos de comunicação como O Estado de S. Paulo, Editora Abril, Folha de S. Paulo, entre outros. Nos últimos 5 anos, ela foi editora do caderno “Empregos” do jornal O Estado de S. Paulo e titular da coluna “Carreiras” no caderno de Economia do mesmo veículo.
Esperamos que vocês possam comentar e interagir com a Terciane. Este é o primeiro passo de uma parceria que deve resultar num futuro blog exclusivo sobre “Economia & Carreiras”. Este é um momento interessante para que os participantes da comunidade reflitam e proponham temas carentes de abordagem, debate e informação na mídia tradicional.

7
feb

Sessões Informativas e Provas de Admissão no Brasil

Escrito el 7 febrero 2007 por João Villas en Brasil

Pessoal,
Publicamos as datas de Sessões Informativas e Provas de Admissão do IE no Brasil, no mês de Março de 2007.
Sessões Informativas
São Paulo (Região Av. Paulista)
Terça-feira, 13 de Março
Hotel Renaissance – Alameda Santos, 2.233 – Jardins
19h30
São Paulo (Região Berrini)
Quarta-feira, 14 de Março
Hotel Hilton Morumbi – Av. das Nações Unidas, 12.901
19h30
Rio de Janeiro
Quinta-feira, 15 de Março
Hotel JW Marriott Copacabana – Av. Atlântica, 2.600
19h30
Porto Alegre
Quinta-feira, 22 de Março
Hotel Sheraton – Rua Olavo Barreto Viana, 18 – Moinhos de Vento
19h30
Curitiba
Quinta-feira, 29 de Março
Hotel Four Points by Sheraton – Av. Sete de Setembro 4.211 – Batel
19h30
Provas de Admissão
São Paulo
Sábado, 17 de Março
IE Brazilian Office – Av. Paulista, 726 – 17º andar Conj. 1707d
10h
Rio de Janeiro
Sábado, 17 de Março
Hotel JW Marriott Copacabana – Av. Atlântica, 2.600
10h
Porto Alegre
Sábado, 24 de Março
Hotel Sheraton – Rua Olavo Barreto Viana, 18 – Moinhos de Vento
15h
Curitiba
Sábado, 31 de Março
Hotel Four Points by Sheraton – Av. Sete de Setembro 4.211 – Batel
15h

28
ene

Os latinos no “melting pot” espanhol

Escrito el 28 enero 2007 por João Villas en Brasil

Cerca de 1,5 milhão de “ibero-americanos” estavam morando na Espanha em janeiro de 2006.
Em Madri, eles eram mais de um décimo da população

Cécile Chambraud
correspondente do Le Monde em Madri

Pé ante pé, os latino-americanos se instalaram maciçamente na Espanha ao longo dos últimos seis anos. Junto com os marroquinos (530.000) e os romenos (380.000), eles estão no coração da poderosa e rápida corrente de imigração que, desde o final da década passada, contribui para modificar em profundidade a sociedade espanhola. Vindos do Equador (500.000), da Colômbia (270.000), da Bolívia (135.000), do Peru ou da República Dominicana, eles constituem a metade da imigração que não é oriunda da comunidade européia.
Os “ibero-americanos” passaram de 190.000 em 2000 para 1,5 milhão em janeiro de 2006. Em Madri, onde o seu número oscila entre 300.000 e 400.000, ou seja, mais de um décimo da população, os seus traços geralmente pré-colombianos conferem a certos bairros de Tetuán, de Usera ou de Ciudad Lineal uma aparência andina. Eles escolheram a Espanha para ser seu novo mundo e estão apenas começando a se implantar no país.
Sentados no pequeno sofá da Acobe, uma associação de ajuda aos bolivianos, Hector e Elvira Fernández não se mexem. Eles têm o semblante amarrado e tenso de pessoas para quem as coisas não estão correndo do jeito que elas queriam. Foi ela a primeira a ter deixado a região de Cochabamba, em fevereiro de 2004.
O seu filho primogênito estava concluindo seus estudos secundários e ele queria seguir carreira no colégio militar. Mas, para tanto, é preciso pagar, “assim como por tudo na Bolívia: pela escola, pelo hospital, por tudo”, insiste Hector. Em sua cidade, os salários miseráveis não lhes permitiam juntar dinheiro o bastante para fazer com que o seu filho pudesse estudar. Detentora do endereço de um conhecido da família em Madri, Elvira pegou o avião.
Ela começou trabalhando nos domicílios de particulares, das 8h às “23h ou meia-noite, eram eles que decidiam”. A sua remuneração era de 600 euros (R$ 1.659) mensais, dos quais 150 euros (R$ 414,75) serviam para pagar o aluguel do seu quarto. “Fiquei nessa situação durante três meses, entre o choro o desespero”, recorda-se. Ela acabou chamando o seu marido, que veio para ficar com ela, deixando os seus dois filhos entregues à própria sorte, cuidando deles mesmos.

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